PARA NÃO ME PERDER NO DISCURSO DO OUTRO, DO PRÓXIMO, TENTO ENCONTRAR O MEU.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O encontro...

Primeiro a troca de olhar, a aproximação, a partilha do diálogo... um brinde, o gole, a boca, a língua! Tudo assim: inesperado, envolvente e ofegante, desaguando em mais uma tentativa, reacendendo a esperança. A espontaneidade das palavras no discurso narrativo da vida, provocou segurança, a minha sensibilidade foi o parâmetro sinalizador: siga! A ansiedade era notável, parecia mútua, verdadeira. O encontro até então estranho, casual, diferente, ousado e inovador tornou-se mais familiar... sutilezas e gentilezas coloriram esse dia até então comum, íngreme. O cenário da fusão era ratificado no toque e na linguagem dos olhares... a noite cumprira muito bem o seu papel de testemunha, aliada e cúmplice na descoberta e na revelação de encanto e medo, ficar ou partir sufragados no enredo do encontro, em cada segundo que se passara... ah, diria que o tempo e o mundo se rendaram ao nós... restam-me agora, além de boas lembranças, a expectativa do amanhã...(HODIE)

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